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Fora de Época

  • Posted on março 22, 2009 at 1:51 pm

Andava hoje pelas proximidades da minha casa quando pude observar cenas horrendas, descia eu despreocupado a ladeira do Cabula quando comecei a pensar nas coisas que ocorriam ao meu lado, estava em uma selva e não percebia pois era vítima da rotina diária.

A terra ardia perante a luz do sol que não dava tréguas, de um lado a mata, do outro também no meio a terra era preta, totalmente preta com umas pinturas, cor branca e também amarela talvez feita por alguma tribo desconhecida e parecia muito com uma cerca que separava os animais que ali passavam, a propósito nunca tinha observado como eram estes animais, todos coloridos com os pés redondos, correm muito rapidamente, seus olhos brilham como fogo e perseguem-se uns aos outros, alguns chegam ter até cinco bocas seu estômago é transparente alguns menos, outros mais e se alimentam de humanos, entretanto um particularmente tomou uma atitude que não tinha observado nos demais.

Era um animal vermelho que mais parecia um índio preparado para a guerra, todo pintado de urucum, que ia na minha frente, quase na minha frente claro, correndo atrás de outros, quando de repente começou a sentir-se mau, saia muita fumaça de sua cauda e também da sua cabeça, eu acho.

Parou de repente, abriu uma das suas bocas e vomitou de lá de dentro um homem, neste exato momento estava passando por ele e observei que em sua barriga estavam uma senhora três crianças e um pequeno cachorro que mal se moviam, acredito que por medo - afinal eu também teria se tivesse na mesma situação.

O homem que se salvou sacou de uma pequena arma do seu coldre apertando alguma coisa durante algumas vezes - pude contar aproximadamente oito, e ao invés de lançar no maldito animal encostou em seu ouvido - pensei até ser suicídio, mas não, o homem ficou falando com a arma depois apertou mais um botão e colocou-a de volta no coldre como se tivesse irritado e voltou para a barriga do animal.

- Eu fiquei atrás de uma árvore observando e com muita vontade de tirar todos daquela situação, todavia o medo não me deixava praticamente nem respirar.

Após algum tempo apareceu um animal muito maior, parou na frente do meu conhecido e observado, fazia um barulho ensurdecedor… seus chifres brilhavam numa luz mirabolante que não parava de acender e apagar parecia até dois vaga-lumes que piscavam alternadamente em um sincronismo quase perfeito, mais um homem havia sido expelido lá de dentro parecia um cúmplice, arrastou uma corda muito grossa amarrando o outro animal sugando-o para suas costas, um pouco antes o homem que parecia desesperado forçou a boca do animal e salvou a família de suas garras, -Graças a Deus disse eu em meu pensamento.
O Grande Monstro já com o outro em suas costas fazendo ainda mais barulho sumiu dos meus olhos envolto em uma cortina de fumaça.

A família conversava eufórica quando de repente começou fazer um sinal com suas mãos, quase morro… um outro monstro com o estômago muito mais cheio parou próximo a família que sem reclamar deixaram-se engolir.

Minhas pernas ficaram tremulas por várias horas até que pude sair da proteção daquela árvore e continuar o meu passeio sem entender o que aconteceu naquela manhã.

Nota: No estômago dos seus monstros alguns humanos se parecem mais com monstros do que com a imagem do seu Criador.

Este texto foi escrito por PY6NR Noel Reis 15/03/2006 uma quarta feira aproximadamente 17:10 e está licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição - UsoNãoComercial - Compartilhamento pela mesma licença.
Para ver uma cópia desta licença, visite http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/ ou envie uma carta para Creative Commons, 559 Nathan Abbott Way, Stanford, California 94305, USA.
Este texto foi escrito originalmente com BrOffice Writer.

AGRADECIMENTOS:
Agradeço ao pessoal da Gigantes do Brasil www.gigantesdobrasil.com.br,
a minha esposa e meu filho, pois leram na minha presença e disseram…

Gostamos muito!…

Será que foi porque eu estava próximo?.

Dia Internacional dos Direitos do Consumidor

  • Posted on março 14, 2009 at 10:07 pm

John Fritzgerald Kennedy instituiu em 15 de março de 1962 o dia mundial dos direitos do consumidor, causando um grande impacto no país e em todo o mundo.

Foram outorgados quatro os direitos ao consumidor:

  • Direito a segurança quanto a comercialização dos produtos perigosos à saúde e à vida.
  • Direito à informação, onde os aspectos gerais da propaganda deve considerar a utilização e informação sobre o produto.
  • Direito à opção, combatendo os monopólios considerando a copetitividade como fator favorável ao consumidor.
  • Direito a ser ouvido na hora de elaborar políticas governamentais.

O Dia Mundial dos Direitos do Consumidor foi inicialmente comemorado em 15 de março de 1983, em 1985 a Assembléia Geral das Nações Unidas (ONU) adotou os Direitos do Consumidor conferindo-lhes legitimidade e reconhecimento internacional através da resolução 39-248.

Na década de 90 a globalização alcançou todos os países indistintamente, levando mais informações sobre os movimentos dos consumidores, despertando o interesse pelos valores da cidadania. A criação dos Procons estimulou um maior respeito na relação de consumo.
Nós da Detalhes Cestas de Café da Manhã comemoramos o Dia Internacional dos Diretos do Consumidor com promoções que se estendem por todo o mês de março.

Acesse nossa loja e confirme.


Dicas importantes do IBGE:

  1. Boca no Trombone
  2. Entidades de defesa do consumidor no Brasil
  3. Campeões de reclamações

Muito mais que uma música Detalhes é uma Poesia

  • Posted on março 9, 2009 at 7:00 am

Detalhes

Roberto Carlos

Composição: Roberto e Erasmo

Não adianta nem tentar
Me esquecer
Durante muito tempo
Em sua vida
Eu vou viver…

Detalhes tão pequenos
De nós dois
São coisas muito grandes
Prá esquecer
E a toda hora vão
Estar presentes
Você vai ver…

Se um outro cabeludo
Aparecer na sua rua
E isto lhe trouxer
Saudades minhas
A culpa é sua…

O ronco barulhento
Do seu carro
A velha calça desbotada
Ou coisa assim
Imediatamente você vai
Lembrar de mim…

Eu sei que um outro
Deve estar falando
Ao seu ouvido
Palavras de amor
Como eu falei
Mas eu duvido!
Duvido que ele tenha
Tanto amor
E até os erros
Do meu português ruim
E nessa hora você vai
Lembrar de mim…

A noite envolvida
No silêncio do seu quarto
Antes de dormir você procura
O meu retrato
Mas da moldura não sou eu
Quem lhe sorri
Mas você vê o meu sorriso
Mesmo assim
E tudo isso vai fazer você
Lembrar de mim…

Se alguém tocar
Seu corpo como eu
Não diga nada
Não vá dizer
Meu nome sem querer
À pessoa errada…

Pensando ter amor
Nesse momento
Desesperada você
Tenta até o fim
E até nesse momento você vai
Lembrar de mim…

Eu sei que esses detalhes
Vão sumir na longa estrada
Do tempo que transforma
Todo amor em quase nada
Mas “quase”
Também é mais um detalhe
Um grande amor
Não vai morrer assim
Por isso
De vez em quando você vai
Vai lembrar de mim…

Não adianta nem tentar
Me esquecer
Durante muito
Muito tempo em sua vida
Eu vou viver
Não, não adianta nem tentar
Me esquecer…

Detalhes Cestas de Café da Manhã